terça-feira, 21 de abril de 2015

54 - Ter ou não Ter

Não gosto de palpites, que raramente os tenho e quando penso que os tenho saem errados. Desde muito novo me habituei, não sei porque razão, a jogar pelo seguro. Instintivamente ou não, as experiências da vida ensinadas com um reforço de que nem sei como fui capaz, há quase 50 anos, obrigaram-me a ser seguro de mim. Pelo menos, o mais certeiramente possível.
Digamos que projecto com mais ou menos segurança alguns factos possíveis de acontecer. Não quer dizer no entanto que nunca fui aventureiro. Pelo contrário. Mas entre o deve e o haver dessas aventuras fiquei a ganhar e as derrotas serviram para aprender.

Porque vem estas "lembranças"  ao caso de um jogo de futebol entre o gigante Bayern de Munique e o pequeno Futebol Clube do Porto ?
Ora, porque acredito, independentemente de ser ou não ser DRAGÃO,  nos homens que olham nos olhos em momentos decisivos. E de homem para homem somos todos iguais.
Claro que há o jogo rasteiro (no Dragão os jogadores do Bayern abusaram dos pontapés nos pés dos Portistas sem que o árbitro reparasse nessas "insignificâncias"), agora feito pelo senhor Guardiola sobre as infiltrações ao Jackson, (porque será que o dito senhor Guardiola despediu a equipa médica do clube ? talvez porque ela não se prestasse a meter infiltrações nos seus jogadores para além do sangue de cabra ? ).

Adiante que já me perdi. Quero com todo este rame-rame apenas deixar  a minha intuição que se houver competência técnica e psicológica e a ajuda humana entre si, os azuis e brancos no campo, o FêCêPê sairá de Munique com a eliminatória no bolso.
Contrariando a ideia de que o poder resolve tudo (UEFA, Árbitros, Dinheiro, Sobranceria) não devemos ser humildes mas valentes. De homem para homem. Assim nos ensinou D. Afonso Henriques.

E poderia - poderá - ser um exemplo para os morcões que acham a "safada" da senhora Merkel cheirosa e gostosa para a lamber à espera que caia do céu um lugar (chamemos-lhe Tacho como o do "falecido"  ministro das Finanças que foi parar ao FMI depois de deixar escrita a sua incompetência) a bem da sua bolsa em vez de projectar e lutar por um futuro honesto da rapaziada.
Como vai ser o exemplo dos Dragões das Antas do Porto. Tenho quase a certeza.
Até daqui a 4 horas




1 comentário:

Jorge Portojo disse...

Palpite errado e mai'nada